Técnicas de Mapeamento

Os métodos formais que apoiam a tomada de decisão incluem avaliação de desempenho e sofrem da dicotomia entre as abordagens quantitativa e qualitativa, uma vez que modelos matemáticos não conseguem reproduzir a complexidade do mundo real. Apesar disso, é possível prover ferramentas que consigam explicitar as suposições ou fatores deixados de lado na análise formal, uma ameaça ao bom senso que pode ser determinada como aquilo que desconhecemos desconhecer (incógnitos ignorados). As técnicas para mapear o conhecimento (desconhecido) sobre um problema aparecem em diversas áreas, como a pesquisa operacional, a ciência de gestão, a ergonomia e o aprendizado científico. Eles assumem diferentes nomes e formas sutis, apesar de manter seu potencial essencial em ativar a metacognição para a um problema organizacional. Três exemplos são os mapas conceituais, os mapas de pensamento e os mapas cognitivos.


Mapas conceituais foram desenvolvidos por Joseph Novak, por volta de 1972, e baseados na teoria de Ausubel’s de que o conhecimento significativo só ocorre quando novos conceitos são conectados a aquilo que já se conhece. Mapas conceituais são redes nas quais os conceitos são rotulados e conectados por conexões gráficas.


David Hyerle desenvolveu os mapas de pensamento, onde a mente dos operadores é categorizada, para interconectar as ideias e permitir aos estudantes transferir suas experiências em três contextos: pessoal, relacionado ao trabalho e no aprendizado acadêmico.
Mapas cognitivos se baseiam na Teoria do Constructo Pessoal de George Kelly. É uma importante ferramenta de Método de Estruturação de Problemas SODA proposta por Colin Eden, segundo quem, uma das características interessantes dos Mapas Cognitivos é que o tomador de decisão pode aprender sobre a situação, graças à característica reflexível dos mapas.

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